INFORMATIVO RENTABILIDADE - JANEIRO/2026
Prezado participante,
O início de 2026 foi marcado por maior volatilidade no cenário global, mas o Brasil acabou se beneficiando da continuidade do fluxo para países emergentes. O real se valorizou quase 5% no mês, e a Bolsa subiu com cerca de US$ 25 bilhões em entradas — praticamente o mesmo total registrado ao longo de 2025. O ambiente externo mais favorável e a menor percepção de risco sustentaram o bom desempenho dos ativos locais.
Na economia, voltou a ganhar destaque a retomada da desinflação. Depois de fechar 2025 em 4,26%, a inflação surpreendeu para baixo, com 0,33% do IPCA, puxada pela desaceleração dos serviços, menor inércia e cortes nos preços dos combustíveis. As projeções apontam IPCA abaixo de 3% no primeiro semestre e em torno de 3,5% no fim de 2026, com viés de baixa reforçado pela valorização do câmbio, queda das commodities agrícolas e deflação no atacado.
Ao mesmo tempo, os indicadores de atividade mostram perda de ritmo, com mercado de trabalho enfraquecido e crescimento menor no fim de 2025. Esse cenário levou o Banco Central a sinalizar o início do ciclo de cortes da Selic em março, com expectativa de redução inicial de 50 bps e cortes totais entre 300 e 350 bps ao longo de 2026 — ainda mantendo a taxa em patamar restritivo.
Em relação aos principais índices de mercado no mês de janeiro, destacam-se o CDI, com 1,16%, IFIX com 2,27%, o IBOVESPA, com 12,56%, o SMLL, com 10,15%, o MSCI WORLD (BRL), com -2,86%, o IMA-B, com 1,00% e o Dólar (PTAX), com -4,95%.
Como reflexo do desempenho dos ativos, o Plano Básico Financeiro registrou rentabilidade positiva de 1,70%, o Plano Suplementar Financeiro, com alta de 1,56%. Já os planos vitalícios encerraram o período com retorno de 0,89%.
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Atenciosamente,
Administração Fundambras
