27/02/18

Opção para garantir o futuro dos filhos

Planejamento desde os primeiros anos de vida

Ter um filho requer bom planejamento financeiro. Afinal, os custos para garantir uma boa educação aumentam ano a ano. Por isso, para que as despesas com faculdade e viagens de intercâmbio não pesem no bolso de uma só vez, muitos pais optam por investir na previdência infantil. De acordo com a Touareg Seguros, se a criança ganhar um plano logo ao nascer, com investimento mensal de R$ 100 e rentabilidade de 6% ao ano, terá uma reserva de R$ 58,2 mil aos 23 anos. Caso mantenha a aplicação até os 50 anos, esse valor salta para R$ 359.625,39. A data do saque é definida no ato da contratação.

O CEO da Touareg Seguros, Wanderson Nascimento explica que, quanto mais cedo começar a aplicação, melhor. "Se o investimento começar já no nascimento, terá mais tempo de acumulação em relação ao plano que se inicia na adolescência, no qual patrimônio acumulado será muito menor e precisará de aportes maiores. O ideal é que dure, no mínimo, 10 anos", explica. Os recursos são aplicados no mercado financeiro, por meio de fundos de investimentos. Existem dois tipos de previdência: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). A diferença entre eles é a tributação. O primeiro é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda e o optante pode deduzir até 12% da renda na sua declaração. Já no outro, os recursos estão isentos de tributação sobre os rendimentos durante o período em que é feita a aplicação. O IR incide somente sobre os rendimentos no momento do recebimento da renda ou do resgate.

Apesar das taxas administrativas, a previdência tem rendimento superior ao da poupança e vantagens em relação a outras aplicações financeiras. Uma delas é a portabilidade. A aplicação também permite que, em caso de falecimento do proprietário do plano, o valor acumulado seja repassado para a pessoa indicada no contrato.  

(Monitor Mercantil)