INFORMATIVO - RENTABILIDADE AGOSTO/2020

Durante o período, o noticiário foi preenchido pelas discussões fiscais com a prorrogação do Auxílio Emergencial, o novo programa Renda Brasil e o orçamento de 2021. A pauta política que contou inclusive com uma possível saída do ministro da economia, trouxe maior volatilidade para os preços de ativos os ativos brasileiros que tiveram um baixo retorno em Agosto. O Ibovespa caiu 3,4% e o dólar teve uma alta de 5%, na contramão dos mercados internacionais onde por exemplo o S&P 500 subiu 7%, atingindo nova máxima histórica.

Com isso, as carteiras financeiras apresentaram retornos menores, o Plano Básico 0,19% e o Plano Suplementar 0,09%.

De maneira geral, o mercado ainda está muito dependente da evolução do covid-19 e o cenário continuam os mesmos: relações EUA x China, as eleições americanas, uma segunda onda relevante de COVID, além da eficácia de uma Vacina.

Os dados de emprego indicam melhora e que talvez o pior já passou, visto que o mês de julho encerrou com a criação de 131 mil vagas formais, medidos pelo CAGED. No entanto, o país ainda segue com resultado acumulado do ano bastante negativo, com a destruição de quase 1,1 milhão de vagas formais.

No dia 5 de agosto, o Banco Central reduziu a taxa de juros em 0,25% para 2% e, embora tenha deixado a aporta aberta para novos cortes, os discursos dos membros do COPOM indicaram que precisaria ocorrer uma surpresa muito grande para o BC reduzir a Selic.

O Boletim Focus, de 28 de agosto de 2020, indicava uma inflação para o ano em 1,77%, ante 1,63% de 4 semanas anteriores. A expectativa da SELIC seguiu pela manutenção em 2,00% ao ano até o fim do 2020.

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Atenciosamente,

Administração da Fundambras.